Quanto custa instalar um carregador de carro elétrico em casa? (Maringá, 2026)
A pergunta mais comum de quem acaba de comprar um carro elétrico ou híbrido plug-in em Maringá é: quanto vou gastar para carregar em casa? A resposta honesta é "depende", mas dá para explicar exatamente do que depende, para você não ser surpreendido.
1. O carregador (wallbox)
Muitas montadoras entregam um wallbox junto com o carro. Se não for o seu caso, há modelos de 7,4 kW (monofásico ou bifásico, 32 A) e de 11 a 22 kW (trifásico). Para uso residencial, 7,4 kW já recarrega a maioria dos carros durante a noite. Modelos com aplicativo, controle de corrente e medição de consumo custam mais, mas ajudam em condomínios e para quem quer integrar com energia solar.
2. A distância entre o quadro e a vaga
É o item que mais varia. O carregador precisa de um circuito exclusivo, saindo do quadro de distribuição até a garagem, com cabo de seção adequada (normalmente 6 mm² ou 10 mm² para 32 A, conforme o comprimento) dentro de eletroduto. Cinco metros em parede de garagem é um serviço simples; trinta metros atravessando laje e jardim é obra.
3. A capacidade da entrada de energia
Uma casa com padrão bifásico de 50 A e chuveiro, ar-condicionado e forno elétrico pode não ter folga para mais 32 A. Nesse caso, há duas saídas: configurar o carregador para uma corrente menor (carrega mais devagar, mas com segurança) ou pedir aumento de carga na COPEL, o que envolve projeto, ART, troca do padrão de entrada e, às vezes, do ramal. Esse é o item que mais encarece, e por isso a vistoria antes do orçamento é obrigatória.
4. As proteções exigidas pela NBR 17019
A norma brasileira de infraestrutura para veículos elétricos exige, além do disjuntor, um dispositivo DR adequado à corrente contínua residual (tipo B, ou tipo A combinado com detecção de 6 mA CC, que alguns carregadores já trazem embutida). Esse DR custa mais que o comum, mas é o que impede que uma falha no carro ou no carregador deixe o DR da casa "cego". Também verificamos aterramento e DPS: a eletrônica do carro é cara demais para ficar sem proteção contra surtos.
5. Projeto, mão de obra e ART
A instalação por engenheiro eletricista inclui o dimensionamento, a execução, os testes e a ART no CREA-PR. A ART é o documento que a seguradora do carro e do imóvel, o condomínio e a COPEL podem pedir, e que protege você se algo der errado.
Então, quanto custa?
Em uma casa com quadro perto da garagem e entrada com folga, o serviço completo (sem o wallbox) fica na faixa de uma instalação elétrica simples. Quando é preciso infraestrutura longa ou aumento de carga, o valor sobe proporcionalmente. A ENELTEC faz a vistoria em Maringá e região e entrega um orçamento fechado, sem taxa surpresa. Veja a página do serviço: instalação de carregador de carro elétrico em Maringá.
Dica: carregue com energia solar
Um carro elétrico que roda 1.000 km por mês consome por volta de 150 a 200 kWh. Um sistema fotovoltaico de 1,5 a 2 kWp a mais no telhado cobre isso, e o "combustível" do carro passa a custar praticamente zero.